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Chamada de "Mandetta de saias", médica é defensora do lockdown e crítica dos medicamentos populares para tratamento precoce.

Cotada para Saúde participou de estudo que matou 11 pessoas para boicotar cloroquina
Foto: Reprodução

| Por: Cristian Derosa (Publicado em 14.03.2021 no site Estudos Nacionais)

A médica cardiologista, ludhimila Hajjar, que segundo jornais está sendo cotada por Bolsonaro para assumir o Ministério da Saúde, foi coautora do famoso estudo de Manaus, interrompido após ter matado 11 pacientes com uma overdose de cloroquina, versão menos segura da hidroxicloroquina. O objetivo foi claramente atacar a propaganda que Bolsonaro vinha fazendo do medicamento, que apesar de já contar com diversos estudos favoráveis, ainda é boicotado e combatido nos jornais.

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A notícia de que Ludhmilla se encontraria com Bolsonaro entusiasmou a esquerda e a grande mídia, principalmente após um tuíte do presidente da Câmara, Arthur Lira, ligado ao centrão. No Twitter, até um perfil fake da médica foi criado dizendo-se ministra nomeada e fazendo agradecimentos. Ela também é favorável a lockdown, obrigatoriedade de máscaras e monitoramento vigilante da sociedade, conforme defendeu em vídeos no Youtube.

“Ex-amiga” de Dilma Rousseff, Ludhmilla se tornou também inimiga da gestão do governo Bolsonaro na pandemia, tendo se referido diversas vezes à gestão como errada. Aplaudida pela grande mídia e esquerda, Ludhimilla defende as causas dos grandes e poderosos, aposta nas vacinas e é contra os medicamentos baratos do tratamento precoce, aposta do Presidente Bolsonaro.

A médica engajou-se em ataques à hidroxicloroquina, medicamento que começou a ser atacado após Bolsonaro defendê-lo. O estudo que matou 11 pacientes foi uma dessas tentativas de desencorajar o uso do medicamento popular.

Além de eticamente desumano, o estudo mostrava ser politicamente engajado, com clara referência às recomendações de Bolsonaro. Foi com base nesse estudo que o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta desrecomendava a hidroxicloroquina. Não à toa, a médica já foi chamada nas redes sociais de “Mandetta de saias”.

Após a morte de 11 pacientes, os médicos apresentaram a conclusão de que usar a cloroquina em altas dosagens para tratar COVID-19 “pode ser tóxico”. Uma conclusão bastante previsível, mas não se pode argumentar ignorância sobre isso.

A sinistra experiência repercutiu mal fora do Brasil. Mike Coudrey, CEO da  yukosocial, em seu Twiter, classificou como “inacreditável” a irresponsabilidade do teste feito no Brasil, no qual os pesquisadores “usaram pacientes como cobaias”.

Eles não apenas tiveram uma overdose de seus pacientes, como os “pesquisadores” tiveram a audácia de concluir o estudo dizendo “A cloroquina é perigosa e não é eficaz no tratamento do COVID-19”. Eles tomaram uma overdose desses pacientes, dando a eles 3x a quantidade e uma versão menos segura da droga. A dosagem normal para o tratamento de COVID-19 é: 200 mg de hidroxicloroquina, duas vezes ao dia por 10 dias. Não 1200mg. Não 900mg. Não cloroquina.

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