Suspeitas de mortes por vacina chegam a 1.010 notificações e 13.579 reações adversas

Do total das notificações, mais de 5 mil foram consideradas graves e 199 pacientes ficaram com sequelas. As reações mais comuns foram cefaléia, febre alta, dores musculares, calafrios, dor e náusea.

Suspeitas de mortes por vacina chegam a 1.010 notificações e 13.579 reações adversas
Foto: Ilustrativa/ Piqsels

O Painel Vigimed da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que até o último dia 29 de agosto foram notificados 13.579 efeitos adversos após a administração de vacinas contra covid-19 além de 1.010 mortes associadas a todas as vacinas para covid-19.

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A vacina chinesa, Coronavac, foi associada a 824 óbitos suspeitos e mais de 3 mil informações de eventos adversos pós-vacinação. Já a vacina da gigante farmacêutica AstraZeneca aparece ligada a 171 mortes e mais de 9.500 eventos adversos.

Do total das notificações, mais de 5 mil foram consideradas graves e 199 pacientes ficaram com sequelas. As reações mais comuns foram cefaléia (6.382), Pirexia ou febre alta (5.804), Mialgia ou dores musculares (2.945), calafrios (2.784), dor (2.649) e náusea (1.504).

Veja como consultar o painel

(Clique neste link para acessar o painel Vigimed)



De acordo com o Vigimed, jovens e adultos entre 18 e 44 anos foram os mais afetados pela vacinação experimental contabilizando 7.439 notificações. Maiores de 60 anos tiveram 1.280 eventos registrados.



As mulheres sofreram a maioria das reações adversas. Foram 8.571 notificações representando 63.12% do total.



Segundo os registros do Painel, os meses de junho e julho tiveram os maiores números de casos notificados com 3.652 no primeiro mês e 3.507 no segundo.



Alerta

Em julho, o médico epidemiologista e cardiologista, Peter McCullough, professor de Medicina na Universidade de Baylor, nos EUA, alertou para uma possível subnotificação das mortes por vacina. O especialista estima que nos últimos 4 meses as mortes causadas por vacina podem ter chegado a 50 mil.

O sistema Vaers, dos EUA, semelhante ao Vigimed, registrou 13.911 notificações de mortes de pessoas inoculadas com a vacina covid até o dia 27 de agosto de 2021. Isso é mais do que todas as mortes relatadas ao sistema de todas as outras vacinas combinadas durante nos últimos 22 anos, alertou o epidemiologista.

Reações adversas e mortes suspeitas

O padre Itamar Gonçalves, da Paróquia de São Jorge, em São Paulo, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após complicações causadas pela covid-19 mesmo já tendo tomado as duas doses da vacina.

O cantor e compositor, Zeca Pagodinho, foi internado com covid-19 após ter sido “imunizado” com as duas doses da vacina. Enquanto recebia a segunda dose da vacina, no início de julho, o cantor defendeu a vacinação para os grupos mais vulneráveis.

“Tem que voltar. Tem que tomar a segunda, a terceira, quantas tiver. Tem que tomar por causa das crianças, dos idosos”, defendeu o artista.

O ator Tarcísio Meira morreu vítima da covid-19, aos 85 anos, em São Paulo, mesmo já tendo recebido a segunda dose da vacina no mês de março.

Em abril, o cantor e compositor, Agnaldo Timóteo, morreu em decorrência de complicações causadas pela Covid-19, após tomar as duas doses da Coronavac. O cantor estava internado desde o dia 17 de março, dois dias depois de ter tomado a segunda dose do “imunizante” do Instituto Butantan.

Em junho, o médico ortopedista, Leonardo Oliveira Nobre, morreu, aos 44 anos, em decorrência de complicações da covid-19 mesmo após ter sido inoculado com as duas doses da vacina. De acordo com o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), o médido não tinha comorbidades e deixou dois filhos pequenos.

Em julho deste ano, o modelo e influencer Ewerton Lucas, 33, morreu em decorrência de complicações da covid-19, mesmo depois de ter sido submetido às duas doses da vacina contra a doença e após mais de 15 dias internado. Ewerton trabalhava como enfermeiro na linha de frente desde o início da crise sanitária no ano passado.

Por fazer parte do grupo prioritário, o enfermeiro recebeu a “imunização” antes de outros grupos, mas a vacina não o impediu de desenvolver a forma grave da doença. Ewerton chegou a ser intubado, mas teve os pulmões comprometidos e não resistiu. Lucas era amante de musculação e tinha uma vida saudável.

Em Minas Gerais, uma mulher morreu de Covid-19 mais de 40 dias depois que tomou a segunda dose da vacina CoronaVac, tendo portanto, passado pela “janela imunológica” de duas semanas indicada pelos especialistas. Juliana Pereira Silva tinha 33 anos e morreu no dia 26 de março à espera de um leito de UTI.

O Secretário de Saúde de Lins (SP), Justiniano Rocha, que morreu de Covid-19 no dia 25 de março havia tomado as duas doses da CoronaVac, respectivamente, nos dias 21 de janeiro e 11 de fevereiro. Segundo o G1, a prefeitura de Lins não divulgou as datas em que o secretário começou a ter sintomas, testou positivo e foi internado.

Em Goiás, um idoso morreu no dia 24 de março vítima da Covid-19 pouco antes de receber a segunda dose da vacina. Seu Otalécio Oliveira Flores tinha 85 anos e não apresentava quaisquer problemas de saúde. “Ele tinha 85 anos, mas não tomava remédio para pressão nem nada, era muito saudável” disse uma sobrinha do idoso ao G1.

No Rio Grande do Norte, um casal de idosos morreu de Covid-19 no mesmo dia após ter tomado a primeira dose da CoronaVac. Casados há 63 anos, seu João Cipriano de Araújo, de 95 anos, e dona Joana Elísia de Araújo, 86 anos, morreram no dia 28 de fevereiro de 2021. O casal foi vacinado no dia 11 de fevereiro e testou positivo para o coronavírus no dia 24 de fevereiro.

Em Pernambuco, uma idosa de 83 anos passou mal e teve que ser socorrida às pressas um dia após tomar primeira dose da vacina AstraZeneca da FioCruz. A idosa vomitou várias vezes, teve febre, falta de apetite e dificuldade para se manter sentada.

Na Paraíba, o médico cirurgião, Fernando Ramalho Diniz, de 63 anos, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em decorrência da infecção por Covid-19 no dia 13 de fevereiro de 2021. O médico havia tomado a primeira dose da vacina Coronavac no dia 20 de janeiro de 2021.

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Com informações do Brasil Sem Medo

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