A Polícia Civil de Caruaru prendeu, nesta sexta-feira (9), um homem de 36 anos suspeito de matar o enteado de quatro anos, que tinha síndrome de Down.
O crime ocorreu em novembro de 2025, quando a criança foi levada a uma UPA sem vida. Na ocasião, o padrasto e a mãe alegaram que o menino havia caído de um berço, versão que foi imediatamente contestada pelos médicos.
Exames minuciosos realizados pela equipe de saúde e pela perícia técnica revelaram uma realidade brutal: o menino apresentava traumatismo craniano causado por agressões, múltiplos hematomas pelo corpo e lacerações nos órgãos genitais. Os laudos confirmaram que, além do espancamento fatal, a criança era vítima recorrente de abusos sexuais.
Durante a investigação, o Conselho Tutelar descobriu que outras oito crianças viviam na mesma residência em condições subumanas. Relatos colhidos indicam que esses menores também sofriam violências físicas e abusos sexuais cometidos pelo padrasto. O ambiente era marcado por negligência extrema, com falta de higiene, alimentação e educação.
Atualmente, as oito crianças resgatadas foram retiradas do convívio familiar e encaminhadas a um abrigo sob proteção do Estado. O padrasto teve sua prisão preventiva decretada pela Vara do Tribunal do Júri e já passou por audiência de custódia, sendo transferido para uma unidade prisional não revelada.
Embora o inquérito contra o autor direto do crime tenha sido concluído, a Polícia Civil mantém as investigações abertas para apurar a conduta da mãe. Os agentes buscam entender o grau de conivência e omissão dela em relação aos abusos sofridos pelos filhos, o que poderá resultar em novos indiciamentos conforme o avanço das diligências.
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| Foto: Reprodução/ Adielson Galvão |
O crime ocorreu em novembro de 2025, quando a criança foi levada a uma UPA sem vida. Na ocasião, o padrasto e a mãe alegaram que o menino havia caído de um berço, versão que foi imediatamente contestada pelos médicos.
Exames minuciosos realizados pela equipe de saúde e pela perícia técnica revelaram uma realidade brutal: o menino apresentava traumatismo craniano causado por agressões, múltiplos hematomas pelo corpo e lacerações nos órgãos genitais. Os laudos confirmaram que, além do espancamento fatal, a criança era vítima recorrente de abusos sexuais.
Durante a investigação, o Conselho Tutelar descobriu que outras oito crianças viviam na mesma residência em condições subumanas. Relatos colhidos indicam que esses menores também sofriam violências físicas e abusos sexuais cometidos pelo padrasto. O ambiente era marcado por negligência extrema, com falta de higiene, alimentação e educação.
Atualmente, as oito crianças resgatadas foram retiradas do convívio familiar e encaminhadas a um abrigo sob proteção do Estado. O padrasto teve sua prisão preventiva decretada pela Vara do Tribunal do Júri e já passou por audiência de custódia, sendo transferido para uma unidade prisional não revelada.
Embora o inquérito contra o autor direto do crime tenha sido concluído, a Polícia Civil mantém as investigações abertas para apurar a conduta da mãe. Os agentes buscam entender o grau de conivência e omissão dela em relação aos abusos sofridos pelos filhos, o que poderá resultar em novos indiciamentos conforme o avanço das diligências.

